terça-feira, 29 de julho de 2008

Técnicos recebem Capacitação da 4Linux



Os Técnicos de suporte do NTE de Roraima receberam capacitação oferecida pelo MEC juntamente com a 4Linux, uma das maiores e mais renomadas entidades de formação na área de Software Livre.
O curso Linux System Administration (Administração de Sistemas Linux), totalmente on-line através da plataforma Moodle teve duração de 6 semanas e carga horária de 60 horas.

Voltado para profissionais do MEC e dos NTEs envolvidos em TI, afim de conhecer sobre o ambiente GNU/Linux e capacitar para o uso e manutenção do Sistema Linux Educacional, ampliando os conhecimentos em Sistemas Operacionais GNU/Linux com plataforma baseada em Linux/Unix.

O Curso capacitou os profissionais para uso e manutenção de Sistemas Linux, englobando conceitos básicos sobre Software Livre, Instalação e configuração de sistemas, Gerenciamento de Pacotes, de Serviços, de Dispositivos e de Bibliotecas, Agendamento de Tarefas, Cotas de Disco, Processos, Módulos, Gerenciamento de Ambiente Gráfico, Configuração de Impressoras e dispositivos, Redes, Acesso Remoto, Servidores Apache, PHP e MySQL, Compilação de Kernel, Gerenciamento de Boot, Gerenciamento de Usuários e outros.

Rafael Gregoratto - Técnico de Suporte do NTE - Roraima

Creative Commons!!



As licenças Creative Commons foram idealizadas para permitir a padronização de declarações de vontade no tocante ao licenciamento e distribuição de conteúdos culturais em geral (textos, músicas, imagens, filmes e outros), de modo a facilitar seu compartilhamento e recombinação, sob a égide de uma filosofia copyleft.

As licenças criadas pela organização permitem que detentores de copyright (isto é, autores de conteúdos ou detentores de direitos sobre estes) possam abdicar em favor do público de alguns dos seus direitos inerentes às suas criações, ainda que retenham outros desses direitos. Isso pode ser operacionalizado por meio de um sortimento de módulos standard de licenças, que resultam em licenças prontas para serem agregadas aos conteúdos que se deseje licenciar.

Os módulos oferecidos podem resultar em licenças que vão desde uma abdicação quase total, pelo licenciante, dos seus direitos patrimoniais, até opções mais restritivas, que vedam a possibilidade de criação de obras derivadas ou o uso comercial dos materiais licenciados.

A filosofia imanente às licenças Creative Commons encontra antecedentes na Open Publication License (OPL), na GNU General Public License (GPL) e na GNU Free Documentation License (GFDL). A GFDL foi criada precipuamente para o licenciamento de documentação de projetos de software, mas passou também a ser utilizada em outros projectos.

Roberto Augusto - Téc. de Suporte - NTE/RR

Software Livre e suas "LIBERDADES"!!!


Software Livre é uma expressão formalizada pela primeira vez por Richard Stallman, na sequência do início do Projecto GNU, e seguidamente da Free Software Foundation como braço legal do Projecto.

Todo e qualquer programa de computador cuja licença de direito de autor conceda ao utilizados as seguintes 4 liberdades:

  1. A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito;
  2. A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necesside. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
  3. A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo ;
  4. A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
Software livre, segundo a definição criada pela Free Software Foundation é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição. A liberdade de tais diretrizes é central ao conceito, o qual se opõe ao conceito de software proprietário, mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.
Roberto Augusto - Téc. de Suporte - NTE/RR

História do Mozilla Firefox - Mascote!!



História

Dave Hyatt e Blake Ross, que deram início ao projeto Firefox, diziam acreditar que a utilidade do navegador Mozilla estava comprometida com os interesses comerciais da Netscape (que os patrocinava), bem como a inclusão de funções pouco usadas. Foi então que criaram um navegador separado, o qual visava substituir a suíte Mozilla. Atualmente, Ben Goodger (recentemente admitido pelo Google) comanda o time que desenvolve o Firefox.

O Firefox mantém a natureza multi-plataforma do navegador Mozilla original, usando a linguagem de programação XUL, a qual possibilita a instalação de temas e extensões. Porém, acreditava-se que estes add-ons pudessem aumentar os riscos de segurança do navegador. Com o lançamento da versão 0.9, a Mozilla Foundation lançou o Mozilla Update, um site que contém temas e extensões "aprovados" como seguros. Deixa-se a cargo do usuário a decisão de não arriscar baixar add-ons de fontes não-confiáveis.

O MozillaZine, um site com notícias, fórums e weblogs para a discussão de assuntos relativos ao Mozilla (operado por entusiastas dos produtos Mozilla), foi fundado em 1 de setembro de 1998. No Brasil, existe o br.mozdev.org.

A intenção da Mozilla Foundation é aposentar a suíte Mozilla e substituí-la pelo Firefox. Em 10 de março de 2005, foi anunciado que os lançamentos oficiais da suíte se encerrariam com as versões 1.7.x. Como existem usuários corporativos da mesma, a série 1.7.x ainda é desenvolvida tendo apenas atualizações de segurança em seu roadmap. A versão 1.8.x, que já se encontrava em estado maduro de beta, não foi liberada para não acumular trabalho com atualizações de segurança para 1.7.x e 1.8.x. A versão 1.8.x foi substituída pelo novo navegador SeaMonkey, que continua sendo desenvolvido pela comunidade colaboradora com poucas diferenças iniciais da suíte Mozilla.

Nome

O projeto, atualmente conhecido como Firefox, começou como uma divisão experimental da suíte Mozilla chamada m/b (ou mozilla/browser). Após o estágio inicial de desenvolvimento, versões de teste foram disponibilizadas ao público em setembro de 2002 sob o nome Phoenix.

O nome Phoenix vigorou até 14 de abril de 2003, quando teve que ser mudado devido à problemas de direito autoral com a fabricante de BIOS Phoenix Technologies (que produz um navegador para BIOS). O novo nome, Firebird, foi recebido com opiniões diversas, pois tinha o mesmo nome do software livre de base de dados Firebird. No final de abril, seguindo - em apenas poucas horas - uma aparente mudança de nome do navegador para Firebird browser, a Mozilla Foundation determinou que o navegador fosse chamado de Mozilla Firebird para evitar confusões com o nome do servidor de dados Firebird. Entretanto, uma contínua pressão da comunidade de software livre forçou outra mudança de nome, e em 9 de fevereiro de 2004, Mozilla Firebird se tornou Mozilla Firefox (ou somente Firefox).

O nome "Firefox", que se refere ao Panda vermelho, foi escolhido por ser parecido com "Firebird" e também por ser único na indústria da computação. A fim de evitar uma futura mudança de nome, a Mozilla Foundation deu início ao processo de registro do nome Firefox como marca registrada no Gabinete Americano de marcas e patentes em dezembro de 2003. Como o mesmo nome já havia sido registrado no Reino Unido, a Mozilla Foundation fez um acordo com a The Charlton Company.

Muitas derivações incorretas da escrita original do nome têm ocorrido, como por exemplo Fire fox, Fire Fox ou ainda FireFox. Porém, o nome oficial do browser é escrito em apenas uma palavra, e com o segundo F minúsculo: "Firefox". Ao contrário do que muitos pensam, a abreviatura de Firefox não é FF, e sim Fx.

Devido a problemas de marca registrada da Mozilla Foundation [3], os pacotes "Firefox" e "Thunderbird" foram trocados de nomes para a distribuição Linux Debian. O Debian só aceita softwares totalmente livres e, para solucionar esse problema, foram desenvolvidos os pacotes Iceweasel e Icedove, que são idênticos ao Firefox e ao Thunderbird, respectivamente. Os ícones oficiais do Iceweasel e do Icedove são, respectivamente, e .

Marca e identidade visual

O progresso no desenvolvimento da identidade visual, desde o início do projeto, é um dos aspectos mais notáveis do Firefox. Frequentemente se diz que falta ao software livre uma sólida identidade visual. As primeiras versões do Firefox foram consideradas razoáveis em relação ao design, mas não alcançavam os mesmos padrões dos softwares utilizados em larga escala. O lançamento do Firefox 0.8 em fevereiro de 2004 demonstrou o esforço em se atingir um novo visual, inclusive com novos ícones. O ícone do Firefox é desenhado desde então pelo britânico Jon Hicks.

O animal mostrado no ícone é uma raposa estilizada, por mais que "firefox" ("raposa de fogo") seja o nome utilizado para designar o Panda vermelho. Este ícone foi escolhido por não ser extremamente chamativo.

O ícone do Firefox é uma marca registrada usada para designar o Mozilla Firefox distribuído pela Mozilla. Apesar de ter o código fonte aberto, os ícones não são de uso livre. Devido a isto, versões modificadas do Firefox não estão autorizadas a usar os ícones oficiais. O mesmo ocorre nas versões beta do Firefox. Por serem modificações do original lançado, elas não podem utilizar o mesmo ícone sendo usado geralmente o ícone e modificações dele.

Roberto Augusto - Téc. de Suporte - NTE/RR

Debian!



O Debian foi fundado em 1993 por Ian Murdock, ao tempo estudante universitário, que escreveu o Manifesto Debian que apelava à criação de uma distribuição Linux a ser mantida de uma maneira aberta, segundo o espírito do Linux e do GNU.

O Projeto Debian cresceu vagarosamente e lançou suas versões 0.9x em 1994 e 1995, quando dpkg ganhou notoriedade. Os primeiros ports para outras arquiteturas iniciaram em 1995, e a primeira versão 1.x do Debian aconteceu em 1996.

Bruce Perens substituiu Ian Murdock como líder do projeto. Ele iniciou a criação de vários documentos importantes (o contrato social e o free software guidelines) e a legítima umbrella organization (SPI), bem como liderou o projeto através dos lançamentos das versões da ELF/libc5 (1.1, 1.2, 1.3).

Bruce Perens deixou o projeto em 1998 antes do lançamento da primeira versão Debian baseada em glibc, a 2.0. O Projeto continuou elegendo novos líderes e fazendo mais duas versões 2.x, cada qual incluindo mais ports e mais pacotes. APT foi lançada durante este tempo e o Debian GNU/Hurd também iniciou-se.

O ano de 1999 trouxe as primeiras distribuições Linux baseadas em Debian, Corel Linux e Stormix's Storm Linux, hoje descontinuadas mas que iniciaram o que é hoje uma notável tendência às distribuições baseadas em Debian.

Perto do ano 2000, o projeto se direcionou ao uso de repositórios de pacotes e à distribuição "testing", alcançando um marco maior no que se refere aos arquivos e o gerenciamento de lançamentos. Em 2001, os desenvolvedores iniciaram conferências anuais, Debconf, com conversas, workshops, e a recepção aos usuários técnicos. A versão 3.0 de 2002 incluiu mais do que o dobro do número de pacotes da versão anterior e estava disponível para cinco novas arquiteturas.

Debian celebrou o seu décimo aniversário em 16 de Agosto de 2003, com muitas festas de aniversário em todo o mundo.

Roberto Augusto - Téc. de Suporte - NTE/RR

O Projeto GNU

O início da computação fez avanço por motivos simples: compartilhamento gratuito de idéias e código de programação.

Grupos de programadores eram patrocinados por fabricantes e se uniram para resolver problemas complexos.

Mas isso com o tempo mudou.

O Projeto GNU foi iniciado em 1984, cujo seu grande líder é Richard Stallman, para desenvolver um sistema operacional completo, compatível com o UNIX, que fosse software livre: o sistema GNU. (GNU é um acrônimo recursivo para “GNU Não é UNIX” e é pronunciado como “guh­noo”).

Sua grande arma é a licença GPL.

Roberto Augusto - Téc. de Suporte - NTE/RR

Os sete hábitos do usuário Linux eficiente!!!



1. Nunca permanecer logado como “root”;

2. Forneça nomes convenientes a seus arquivos;

3. Mantenha o diretório /home em uma partição distinta;

4. Gerencie eventuais travamentos;

5. Teste até se encontrar;

6. Adote a Interface em Linha de Comando (modo texto);

7. Esteja sempre pronto para utilizar o Linux;

Roberto Augusto - Téc. de Suporte - NTE/RR

Linux Educacional - Dica



Olá pessoal esta dica vale para as máquinas com Sistema Operacional Linux Educacional.

De vez em quando as máquinas apresentam teclado sem função, isso ocorre porque algum usuário segurou por muito tempo uma tecla pressionada, tendo a impressão de teclado sem função.

A dica de como resolver este probleminha: "Faça o seguinte segure a tecla Shift (Flexinha para cima no lado esquerdo do teclado) pressionada por 9 segundos, ouvirá um sinal e logo após aparecera uma mensagem (enquanto não aparecer a mensagem continue com a tecla Shift pressionada) informando se você deseja desativar as teclas lentas do teclado, basta clicar em sim ou aceito e o teclado voltará ao normal.

(Fonte: http://ntecamposnovos.blogspot.com/2007/11/linux-educacional-dica.html)